Itália: planejando o roteiro

23 Jun

A Itália tem vários lugares interessantes espalhados pelo seu território. Por isso, a não ser que você pretenda passar muito tempo viajando, é preciso selecionar o que mais deseja ver, considerando as formas de deslocamento. Conciliar Costa Amalfitana com Roma é muito mais fácil que com Veneza, por exemplo.  Para dar uma ideia, a distância entre Roma e Veneza é de 530 km – não é logo ali.

Para um período de 15 dias, além dos dois de ida e volta, nós elegemos Roma, Veneza e Florença como paradas obrigatórias. Daí pesquisamos e traçamos um roteiro. Nosso plano final foi:

Roma-5 dias >> Toscana-6 dias >> Veneza-2 dias >> Milão-2 dias
 
Para isso, chegamos à Itália por Roma, voltamos por Milão, e usamos as seguintes cidades como bases.

Roteiro Itália

Um ponto importantíssimo para o planejamento da viagem foi a época do ano. Escolhemos o mês de maio, na primavera, quando as temperaturas estão mais amenas. Assim, não passamos muito frio nem muito calor.

Hospedagem

Nossa ideia inicial era reservar hotel apenas nas maiores cidades, mas como fomos na primavera – começo da alta estação deles -, as vagas estavam disputadas e ficamos com receio de passar aperto lá. Numa viagem dessas, não dá para arriscar perder um dia procurando hospedagem. Então deixamos apenas o começo da Toscana em aberto.

Na escolha dos hotéis, sites como Booking.com e Trip Advisor foram nossos aliados. Também consultamos uma agência de viagens, mas apenas em uma cidade o preço deles era vantajoso. Nosso critério de escolha era sempre baseado na localização, depois na qualificação do estabelecimento. Nesses sites, você consegue ler muitos depoimentos de hóspedes. Isso ajuda bastante.

Itália - planejando I

Transporte

A escolha do transporte correto pode facilitar ou atrapalhar muito a viagem. Nisso, quase todas as nossas escolhas foram acertadas.

Entre as cidades, planejamos o seguinte:
– Alugar um carro na saída de Roma para rodar pela Toscana. Para isso, compramos um GPS no Brasil que vinha com mapas da Itália.
– De Florença para Veneza e de Veneza para Milão, viajar de trem. Foi fácil comprar as passagens pelo site da Trenitalia.

Para aproveitar de verdade a Toscana, é indispensável visitar suas pequenas cidades medievais, mas sem perder as incríveis paisagens oferecidas por suas estradas. Por isso, a Toscana pede um carro. Nós alugaríamos o carro na estação de trem de Roma. Entretanto, (acreditem!) não havia carros disponíveis. Aliás, ofereceram um Smart, que infelizmente não comportaria nem uma de nossas malas. Nesse momento decidimos ir de trem a Orvieto e lá tentar alugar um carro.

Chegamos na cidadezinha às 13 horas de sábado. Era tão pequena que até o balcão de informações estava fechado. Na parede da estação, um cartaz com os nomes e telefones de três taxistas, que também não estavam no ponto. Por sorte, andando pela cidade meu marido encontrou uma funcionária da Hertz que “fazia horas extras” para entregar carros reservados. Conseguimos um Fiesta! Pagamos aproximadamente €70 pela diária, incluindo seguro, mais €40 para devolver em Florença. Importante: nem todas as locadoras aceitam que a devolução seja feita em outra cidade.

Achei bom abrir um parêntese aqui para contar um probleminha que um grupo de brasileiras enfrentou. Elas tinham reservado e pago previamente um carro da Avis pela agência de viagens, que disse que poderiam retirar o veículo até as 16 horas. Quando chegaram lá, a loja estava fechada. Felizmente, a atendente da Hertz conhecia a da Avis e acertaram um reembolso do valor. Mesmo assim, saíram no prejuízo, pois o preço da Hertz era mais alto.

Devolvemos o carro em Florença, numa loja no centro. O GPS ajudou bastante nessa hora.

As viagens de trem foram ótimas. Ficamos na 1ª classe e pudemos perceber que é bem mais confortável que a 2ª classe, que pegamos de Roma para Orvieto. Isso faz diferença quando você vai passar algumas horas viajando.

Dentro das cidades, foi fundamental ficarmos hospedados próximo aos centros históricos. Além de reduzir os gastos com transporte, andar pela Itália é sempre agradável. E assim a gente descobriu tanta coisa interessante. Algumas mais surpreendentes que os pontos turísticos.

Em Roma, nada de carro! Pegamos um metrô para ir ao Vaticano e depois percebemos que dava para fazer tudo a pé. Em todas as outras cidades, só precisamos de transporte para chegar e sair do hotel. Em Veneza, pegamos um barco; nas outras, táxi.

Aguardem mais detalhes nos posts sobre as cidades!

Itália - planejando II

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