Itália: conhecendo Roma – parte II

15 Ago

Já falei um pouco de Roma, mas ainda não cheguei ao que mais interessa: aqueles monumentos que nos lembram as aulas de história do ginásio. Ui! Vamos voltar pro lado bom da coisa…

Como disse no post anterior, Roma é uma mina de pontos turísticos. Se você passar um mês na cidade, aposto como vai encontrar atrações para conhecer todos os dias. Porém… já que é bem improvável que fique tanto tempo, vou listar aqui aquelas que eu acho que realmente não dá para perder.

Uma dica interessante que nos deram foi comprar o Roma Pass, um passaporte que dá direito ao uso do transporte público (ônibus, metrô e trem) e vale como ingresso para dois museus ou sítios arqueológicos. Mas o melhor de tudo é não precisar enfrentar a enorme fila do Coliseu! Nós também o usamos no Palatino/Fórum Romano e Castel Sant’Angelo, por isso concluí que Coliseu/Palatino/Fórum contam como uma única atração. O Roma Pass atualmente custa € 34,00 e vale por três dias, que começam a ser contados na sua primeira utilização. Nós o compramos numa banca de revistas.

Vamos à viagem! Agrupei os pontos turísticos, de forma que possam ser visitados num dia – ou não, caso tenha mais tempo para distribuir as atividades ou queira encaixar outros programas no roteiro. 

DIA 1

Coliseu

Esse dispensa apresentações. O anfiteatro construído na Roma Antiga é o símbolo do Império Romano. Em forma de elipse, suas medidas horizontais chegam a 190 por 155 metros. E por mais que você tenha visto fotos, lido textos, a sensação de estar lá é diferente. Ao lado do Coliseu fica o Arco de Constantino.

Fórum Romano e Palatino

O mesmo ingresso vale para as duas atrações, que ficam distribuídas numa área enorme. O Palatino é uma colina onde moraram – muito bem, diga-se de passagem – alguns imperadores romanos. O Fórum Romano era o centro da vida pública na Roma Antiga. Neste espaço você verá ruínas impressionantes de templos, casarões, igrejas, além de belos jardins.

Monumento Nazionale a Vittorio Emanuele II

Uma grandiosa homenagem ao primeiro rei da Itália unificada, Vítor Emanuel. A construção abriga o museu da Unificação Italiana e um mirante. Nós não entramos, mas ficamos impressionados com a magnitude do monumento. Não deixe de passar por lá.

DIA 2

Museu do Vaticano e Capela Sistina

Amante da arte ou não, católico ou não, recomendo que você vá ao museu e veja esculturas, quadros, múmias, mapas que somente lá poderá encontrar. Na Capela Sistina estão aquelas famosas pinturas de Michelangelo, Rafael, Botticelli, entre outros. Reserve seu ingresso com hora marcada e reduza seu tempo na fila (aqui) .

Basílica de São Pedro (Basilica di San Pietro)

“Quem foi o megalomaníaco que construiu isso?!” – foi a primeira coisa que pensei quando cheguei à praça da basílica. Tudo ali é enorme! O templo ocupa uma área de 23 mil m² que ficam quase que inteiramente tomados por uma multidão de visitantes. Não espere encontrar sossego naquele lugar. Vá para admirar a grandeza e beleza do patrimônio da igreja católica. Ah! E não deixe de observar a hilária farda da guarda suíça, na saída da basílica!

Atenção: não permitem a entrada de pessoas vestindo bermudas e camisetas sem manga.

Castel Sant’Angelo

Pertinho do Vaticano e ao lado do rio Tibre, este castelo foi originalmente costruído pelo imperador Adriano como seu mausoléu. Alguns séculos depois, assumiu a função de edifício militar, quando foi integrado à Muralha Aureliana. Da área aberta do monumento, ao lado do restaurante, é interessante ver que a muralha cerca o castelo e se estende em direção ao Vaticano. Isso de fato me lembrou as aulas sobre as cidades feudais. Achei muito legal conhecer um castelo de verdade, e a vista do terraço é fantástica.

DIA 3

Pantheon

Pan: todos; theon: divindade. Construído pelo imperador Adriano sobre as ruínas de outro templo, o Pantheon é mais uma das obras romanas que impressionam pela grandeza. No centro da sua cúpula, uma abertura circular com 8 metros de diâmetro permite a passagem do sol ou da chuva(!). A entrada é livre e a visita é rapidinha.

Fontana de Trevi

Definitivamente, uma das mais bonitas fontes de Roma, se não a mais bonita. Com aproximadamente 20 metros de largura e 20 de altura, ocupa quase que completamente uma praça encaixada entre casarões e prédios. E não é só o tamanho que impressiona: ela levou 30 anos para ficar pronta, e por dia são recolhidos em média €3.000 em moedas, destinados a caridade. A fonte é uma representação de Netuno, deus romano das águas e dos mares, e de aspectos do oceano.

Via del Corso

Pausa para compras! Esta avenida reúne grifes, lojas de departamento e lojinhas locais. Na verdade, a maioria das grifes fica naquela região, mas não exatamente na Via del Corso. Entre as marcas que você vai encontrar lá estão H&M, Zara, Nike, Accessorize. Já nas redondezas, Gucci, Fendi, Chanel, Givenchy e companhia.

Piazza di Spagna e Trinità dei Monti

No século XVII, a praça era território da embaixada da Espanha – daí seu nome atual. Entre ela e a igreja de Trinità dei Monti, está a disputada escadaria de 135 degraus, que é ponto de encontro de italianos e turistas. Lá embaixo, no meio da praça, se destaca a linda Fontana della Barcaccia.

Mesmo resumindo, é muita coisa, né? Mas por hoje é só! Caso queira mais informações, o site de turismo de Roma é uma boa fonte:  turismoroma.it . E, no próximo post, vamos para a Toscana! Aguarde.

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