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A rasteira com strass ficou velha?

3 Nov

Uma coisa que me deixa de coração partido é ver algum objeto que gosto muito envelhecer e não ter recuperação. Principalmente quando não foi barato. Isso acontece o tempo todo com bijuterias, roupas e sapatos…  Em algumas situações, porém, não dá pra recuperar, mas dá pra reaproveitar! Aqui está um belo exemplo.

rasteiraEssa rasteira eu ganhei de minha mãe para usar no meu casamento, em 2009. Ela até que durou, mas já fazia mais de um ano que estava com cara de velha, só que não conseguia me desprender! Heheheh!

Aí, num belo dia vi uma calça e tive uma ideia. Peguei um jeans mais neutro, tirei o strass da sandália e deu nisso:

calca_resultadoUma nova calça e o alívio de não ter jogado  – totalmente – a sandália fora! Gostaram?

Itália: conhecendo Roma – parte II

15 Ago

Já falei um pouco de Roma, mas ainda não cheguei ao que mais interessa: aqueles monumentos que nos lembram as aulas de história do ginásio. Ui! Vamos voltar pro lado bom da coisa…

Como disse no post anterior, Roma é uma mina de pontos turísticos. Se você passar um mês na cidade, aposto como vai encontrar atrações para conhecer todos os dias. Porém… já que é bem improvável que fique tanto tempo, vou listar aqui aquelas que eu acho que realmente não dá para perder.

Uma dica interessante que nos deram foi comprar o Roma Pass, um passaporte que dá direito ao uso do transporte público (ônibus, metrô e trem) e vale como ingresso para dois museus ou sítios arqueológicos. Mas o melhor de tudo é não precisar enfrentar a enorme fila do Coliseu! Nós também o usamos no Palatino/Fórum Romano e Castel Sant’Angelo, por isso concluí que Coliseu/Palatino/Fórum contam como uma única atração. O Roma Pass atualmente custa € 34,00 e vale por três dias, que começam a ser contados na sua primeira utilização. Nós o compramos numa banca de revistas.

Vamos à viagem! Agrupei os pontos turísticos, de forma que possam ser visitados num dia – ou não, caso tenha mais tempo para distribuir as atividades ou queira encaixar outros programas no roteiro. 

DIA 1

Coliseu

Esse dispensa apresentações. O anfiteatro construído na Roma Antiga é o símbolo do Império Romano. Em forma de elipse, suas medidas horizontais chegam a 190 por 155 metros. E por mais que você tenha visto fotos, lido textos, a sensação de estar lá é diferente. Ao lado do Coliseu fica o Arco de Constantino.

Fórum Romano e Palatino

O mesmo ingresso vale para as duas atrações, que ficam distribuídas numa área enorme. O Palatino é uma colina onde moraram – muito bem, diga-se de passagem – alguns imperadores romanos. O Fórum Romano era o centro da vida pública na Roma Antiga. Neste espaço você verá ruínas impressionantes de templos, casarões, igrejas, além de belos jardins.

Monumento Nazionale a Vittorio Emanuele II

Uma grandiosa homenagem ao primeiro rei da Itália unificada, Vítor Emanuel. A construção abriga o museu da Unificação Italiana e um mirante. Nós não entramos, mas ficamos impressionados com a magnitude do monumento. Não deixe de passar por lá.

DIA 2

Museu do Vaticano e Capela Sistina

Amante da arte ou não, católico ou não, recomendo que você vá ao museu e veja esculturas, quadros, múmias, mapas que somente lá poderá encontrar. Na Capela Sistina estão aquelas famosas pinturas de Michelangelo, Rafael, Botticelli, entre outros. Reserve seu ingresso com hora marcada e reduza seu tempo na fila (aqui) .

Basílica de São Pedro (Basilica di San Pietro)

“Quem foi o megalomaníaco que construiu isso?!” – foi a primeira coisa que pensei quando cheguei à praça da basílica. Tudo ali é enorme! O templo ocupa uma área de 23 mil m² que ficam quase que inteiramente tomados por uma multidão de visitantes. Não espere encontrar sossego naquele lugar. Vá para admirar a grandeza e beleza do patrimônio da igreja católica. Ah! E não deixe de observar a hilária farda da guarda suíça, na saída da basílica!

Atenção: não permitem a entrada de pessoas vestindo bermudas e camisetas sem manga.

Castel Sant’Angelo

Pertinho do Vaticano e ao lado do rio Tibre, este castelo foi originalmente costruído pelo imperador Adriano como seu mausoléu. Alguns séculos depois, assumiu a função de edifício militar, quando foi integrado à Muralha Aureliana. Da área aberta do monumento, ao lado do restaurante, é interessante ver que a muralha cerca o castelo e se estende em direção ao Vaticano. Isso de fato me lembrou as aulas sobre as cidades feudais. Achei muito legal conhecer um castelo de verdade, e a vista do terraço é fantástica.

DIA 3

Pantheon

Pan: todos; theon: divindade. Construído pelo imperador Adriano sobre as ruínas de outro templo, o Pantheon é mais uma das obras romanas que impressionam pela grandeza. No centro da sua cúpula, uma abertura circular com 8 metros de diâmetro permite a passagem do sol ou da chuva(!). A entrada é livre e a visita é rapidinha.

Fontana de Trevi

Definitivamente, uma das mais bonitas fontes de Roma, se não a mais bonita. Com aproximadamente 20 metros de largura e 20 de altura, ocupa quase que completamente uma praça encaixada entre casarões e prédios. E não é só o tamanho que impressiona: ela levou 30 anos para ficar pronta, e por dia são recolhidos em média €3.000 em moedas, destinados a caridade. A fonte é uma representação de Netuno, deus romano das águas e dos mares, e de aspectos do oceano.

Via del Corso

Pausa para compras! Esta avenida reúne grifes, lojas de departamento e lojinhas locais. Na verdade, a maioria das grifes fica naquela região, mas não exatamente na Via del Corso. Entre as marcas que você vai encontrar lá estão H&M, Zara, Nike, Accessorize. Já nas redondezas, Gucci, Fendi, Chanel, Givenchy e companhia.

Piazza di Spagna e Trinità dei Monti

No século XVII, a praça era território da embaixada da Espanha – daí seu nome atual. Entre ela e a igreja de Trinità dei Monti, está a disputada escadaria de 135 degraus, que é ponto de encontro de italianos e turistas. Lá embaixo, no meio da praça, se destaca a linda Fontana della Barcaccia.

Mesmo resumindo, é muita coisa, né? Mas por hoje é só! Caso queira mais informações, o site de turismo de Roma é uma boa fonte:  turismoroma.it . E, no próximo post, vamos para a Toscana! Aguarde.

O melhor para mãos ressecadas

2 Jul

Quando vim morar no sudeste, fiquei superfeliz com os efeitos do clima seco na pele e no cabelo. Que diferença da umidade da Bahia! Mas com o tempo fui percebendo que, como tudo, a baixa umidade tem seu lado negativo. Com exceção do rosto – que é muito oleoso – , a pele de todo o corpo fica ressecada no inverno. Em especial, as mãos. Por isso, o hidratante é produto obrigatório nessa época do ano.

Atualmente, estou com as três opções abaixo e vou contar minhas impressões sobre cada uma delas para vocês.

Hidratantes para mãos

Embalagem

Neste quesito, os três são satisfatórios. Os frascos têm um tamanho bom para transportar na bolsa e as tampas são firmes – o que evita que o produto vaze. Ponto para os três!

Aroma

O Natura Todo Dia é de ameixa; o L´Occitane, de flor de cerejeira; o Maria Cheirosa, Lavanda. Cheiro é uma coisa muito pessoal, mas vou dar minha opinião. Não sou fã dos aromas dos hidratantes da L´Occitane. Acho muito doces e enjoativos. O da Maria Cheirosa é gostoso, mas na hora em que passo, acho bem forte. Fico com a sensação de que ele compete com meu perfume, apesar de suavizar depois que seca. O Natura é cheiroso, mas sutil. Para mim, é o vencedor nessa categoria. Ponto para a Natura!

Hidratação

Agora vamos ao X da questão. Quando uso o L´Occitane ou o Maria Cheirosa, sinto que basta o creme secar para a ressecação (sim, esta palavra existe! =D) incomodar de novo. Já o Natura, na hora em que aplico, percebo que o produto é mais consistente e que produz uma sensação de hidratação mais prolongada. De novo, ponto para a Natura!

Portanto, nosso hidratante campeão é o Natura Todo Dia! E, além de tudo, ele tem um preço bem razoável de aproximadamente R$15.

E você? Recomenda algum outro produto?

 

 

Itália: planejando o roteiro

23 Jun

A Itália tem vários lugares interessantes espalhados pelo seu território. Por isso, a não ser que você pretenda passar muito tempo viajando, é preciso selecionar o que mais deseja ver, considerando as formas de deslocamento. Conciliar Costa Amalfitana com Roma é muito mais fácil que com Veneza, por exemplo.  Para dar uma ideia, a distância entre Roma e Veneza é de 530 km – não é logo ali.

Para um período de 15 dias, além dos dois de ida e volta, nós elegemos Roma, Veneza e Florença como paradas obrigatórias. Daí pesquisamos e traçamos um roteiro. Nosso plano final foi:

Roma-5 dias >> Toscana-6 dias >> Veneza-2 dias >> Milão-2 dias
 
Para isso, chegamos à Itália por Roma, voltamos por Milão, e usamos as seguintes cidades como bases.

Roteiro Itália

Um ponto importantíssimo para o planejamento da viagem foi a época do ano. Escolhemos o mês de maio, na primavera, quando as temperaturas estão mais amenas. Assim, não passamos muito frio nem muito calor.

Hospedagem

Nossa ideia inicial era reservar hotel apenas nas maiores cidades, mas como fomos na primavera – começo da alta estação deles -, as vagas estavam disputadas e ficamos com receio de passar aperto lá. Numa viagem dessas, não dá para arriscar perder um dia procurando hospedagem. Então deixamos apenas o começo da Toscana em aberto.

Na escolha dos hotéis, sites como Booking.com e Trip Advisor foram nossos aliados. Também consultamos uma agência de viagens, mas apenas em uma cidade o preço deles era vantajoso. Nosso critério de escolha era sempre baseado na localização, depois na qualificação do estabelecimento. Nesses sites, você consegue ler muitos depoimentos de hóspedes. Isso ajuda bastante.

Itália - planejando I

Transporte

A escolha do transporte correto pode facilitar ou atrapalhar muito a viagem. Nisso, quase todas as nossas escolhas foram acertadas.

Entre as cidades, planejamos o seguinte:
– Alugar um carro na saída de Roma para rodar pela Toscana. Para isso, compramos um GPS no Brasil que vinha com mapas da Itália.
– De Florença para Veneza e de Veneza para Milão, viajar de trem. Foi fácil comprar as passagens pelo site da Trenitalia.

Para aproveitar de verdade a Toscana, é indispensável visitar suas pequenas cidades medievais, mas sem perder as incríveis paisagens oferecidas por suas estradas. Por isso, a Toscana pede um carro. Nós alugaríamos o carro na estação de trem de Roma. Entretanto, (acreditem!) não havia carros disponíveis. Aliás, ofereceram um Smart, que infelizmente não comportaria nem uma de nossas malas. Nesse momento decidimos ir de trem a Orvieto e lá tentar alugar um carro.

Chegamos na cidadezinha às 13 horas de sábado. Era tão pequena que até o balcão de informações estava fechado. Na parede da estação, um cartaz com os nomes e telefones de três taxistas, que também não estavam no ponto. Por sorte, andando pela cidade meu marido encontrou uma funcionária da Hertz que “fazia horas extras” para entregar carros reservados. Conseguimos um Fiesta! Pagamos aproximadamente €70 pela diária, incluindo seguro, mais €40 para devolver em Florença. Importante: nem todas as locadoras aceitam que a devolução seja feita em outra cidade.

Achei bom abrir um parêntese aqui para contar um probleminha que um grupo de brasileiras enfrentou. Elas tinham reservado e pago previamente um carro da Avis pela agência de viagens, que disse que poderiam retirar o veículo até as 16 horas. Quando chegaram lá, a loja estava fechada. Felizmente, a atendente da Hertz conhecia a da Avis e acertaram um reembolso do valor. Mesmo assim, saíram no prejuízo, pois o preço da Hertz era mais alto.

Devolvemos o carro em Florença, numa loja no centro. O GPS ajudou bastante nessa hora.

As viagens de trem foram ótimas. Ficamos na 1ª classe e pudemos perceber que é bem mais confortável que a 2ª classe, que pegamos de Roma para Orvieto. Isso faz diferença quando você vai passar algumas horas viajando.

Dentro das cidades, foi fundamental ficarmos hospedados próximo aos centros históricos. Além de reduzir os gastos com transporte, andar pela Itália é sempre agradável. E assim a gente descobriu tanta coisa interessante. Algumas mais surpreendentes que os pontos turísticos.

Em Roma, nada de carro! Pegamos um metrô para ir ao Vaticano e depois percebemos que dava para fazer tudo a pé. Em todas as outras cidades, só precisamos de transporte para chegar e sair do hotel. Em Veneza, pegamos um barco; nas outras, táxi.

Aguardem mais detalhes nos posts sobre as cidades!

Itália - planejando II

Itália: comer, comer, andar e amar!

11 Jun

Sempre tive vontade de conhecer a Itália. E tinha certeza que passar rapidamente por Roma naquele esquema “pinga-pinga” pela Europa não iria me satisfazer. Por isso, planejamos com antecedência e cuidado uma viagem inteiramente dedicada ao país. Valeu a pena e foi melhor do que eu esperava.

Nesses 15 dias cheios de surpresas, descobri, entre outras coisas, que o italiano é o brasileiro da Europa. A descontração, o bom humor  e uma certa flexibilidade às regras – muito longe da nossa completa desordem, claro – , me lembraram do nosso Brasil. No geral, não foram grosseiros – como já ouvi algumas pessoas comentarem. Acho que eles são diretos e práticos, como a maioria dos gringos de primeiro mundo. Nós é que devemos ser bem melosos e prolixos para eles!

Outra conclusão que tirei da terra do macarrão foi que eles sabem muito de cozinha. Entendi exatamente porque eles nos acham exagerados neste quesito. Diferentemente de nós, o italiano usa pouco tempero para fazer uma comida maravilhosa. Não foram poucas as vezes em que me peguei catando pedacinhos de tomate numa bruschetta!

Comi muito, andei demais e simplesmente amei a Itália! Tudo de interessante que vi e experimentei vou contar aqui para vocês em alguns posts. Até breve!

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