Caneta corretiva de esmalte: ficou mais fácil fazer as unhas!

27 Jul

Se existe uma coisa que não tenho a menor habilidade para realizar, é fazer as unhas. Passar o esmalte, para mim, já é um processo. Limpar, então… sofrimento puro!  Caso você seja aquela pessoa super-jeitosa com palitinho e acetona na mão, este post não é para você. Já as do meu time – das desastradas -, talvez fiquem tão empolgadas quanto eu!

Na viagem à Itália conheci a caneta corretiva de esmalte da Kiko. Ela lembra um hidrocor (há quanto tempo não falo isso?!), só que com pontas umedecidas com removedor de esmalte, sem acetona. No fundo, três pontas extras acopladas.

Comprei por £4.40 e usei lá mesmo para renovar o esmalte. Achei a canetinha muito prática porque, além de não ficar molhada, tem um formato que ajuda na limpeza da pele. E é ideal para levar em viagem. A minha é essa aqui, mas já soube que outras marcas também vendem – Sally Hansen, Océane, Mavala.

caneta corretiva Kiko

O resultado, claro, não fica como no salão. Mas é uma ótima solução para quando temos que nos virar sozinhas. Também comprei na Kiko dois esmaltes, que gostei bastante de usar. As cores são lindas e eles costumam durar bem.

esmaltes_kiko

E aí, já conhecia a canetinha? Acha válido comprar?

O melhor para mãos ressecadas

2 Jul

Quando vim morar no sudeste, fiquei superfeliz com os efeitos do clima seco na pele e no cabelo. Que diferença da umidade da Bahia! Mas com o tempo fui percebendo que, como tudo, a baixa umidade tem seu lado negativo. Com exceção do rosto – que é muito oleoso – , a pele de todo o corpo fica ressecada no inverno. Em especial, as mãos. Por isso, o hidratante é produto obrigatório nessa época do ano.

Atualmente, estou com as três opções abaixo e vou contar minhas impressões sobre cada uma delas para vocês.

Hidratantes para mãos

Embalagem

Neste quesito, os três são satisfatórios. Os frascos têm um tamanho bom para transportar na bolsa e as tampas são firmes – o que evita que o produto vaze. Ponto para os três!

Aroma

O Natura Todo Dia é de ameixa; o L´Occitane, de flor de cerejeira; o Maria Cheirosa, Lavanda. Cheiro é uma coisa muito pessoal, mas vou dar minha opinião. Não sou fã dos aromas dos hidratantes da L´Occitane. Acho muito doces e enjoativos. O da Maria Cheirosa é gostoso, mas na hora em que passo, acho bem forte. Fico com a sensação de que ele compete com meu perfume, apesar de suavizar depois que seca. O Natura é cheiroso, mas sutil. Para mim, é o vencedor nessa categoria. Ponto para a Natura!

Hidratação

Agora vamos ao X da questão. Quando uso o L´Occitane ou o Maria Cheirosa, sinto que basta o creme secar para a ressecação (sim, esta palavra existe! =D) incomodar de novo. Já o Natura, na hora em que aplico, percebo que o produto é mais consistente e que produz uma sensação de hidratação mais prolongada. De novo, ponto para a Natura!

Portanto, nosso hidratante campeão é o Natura Todo Dia! E, além de tudo, ele tem um preço bem razoável de aproximadamente R$15.

E você? Recomenda algum outro produto?

 

 

Itália: planejando o roteiro

23 Jun

A Itália tem vários lugares interessantes espalhados pelo seu território. Por isso, a não ser que você pretenda passar muito tempo viajando, é preciso selecionar o que mais deseja ver, considerando as formas de deslocamento. Conciliar Costa Amalfitana com Roma é muito mais fácil que com Veneza, por exemplo.  Para dar uma ideia, a distância entre Roma e Veneza é de 530 km – não é logo ali.

Para um período de 15 dias, além dos dois de ida e volta, nós elegemos Roma, Veneza e Florença como paradas obrigatórias. Daí pesquisamos e traçamos um roteiro. Nosso plano final foi:

Roma-5 dias >> Toscana-6 dias >> Veneza-2 dias >> Milão-2 dias
 
Para isso, chegamos à Itália por Roma, voltamos por Milão, e usamos as seguintes cidades como bases.

Roteiro Itália

Um ponto importantíssimo para o planejamento da viagem foi a época do ano. Escolhemos o mês de maio, na primavera, quando as temperaturas estão mais amenas. Assim, não passamos muito frio nem muito calor.

Hospedagem

Nossa ideia inicial era reservar hotel apenas nas maiores cidades, mas como fomos na primavera – começo da alta estação deles -, as vagas estavam disputadas e ficamos com receio de passar aperto lá. Numa viagem dessas, não dá para arriscar perder um dia procurando hospedagem. Então deixamos apenas o começo da Toscana em aberto.

Na escolha dos hotéis, sites como Booking.com e Trip Advisor foram nossos aliados. Também consultamos uma agência de viagens, mas apenas em uma cidade o preço deles era vantajoso. Nosso critério de escolha era sempre baseado na localização, depois na qualificação do estabelecimento. Nesses sites, você consegue ler muitos depoimentos de hóspedes. Isso ajuda bastante.

Itália - planejando I

Transporte

A escolha do transporte correto pode facilitar ou atrapalhar muito a viagem. Nisso, quase todas as nossas escolhas foram acertadas.

Entre as cidades, planejamos o seguinte:
– Alugar um carro na saída de Roma para rodar pela Toscana. Para isso, compramos um GPS no Brasil que vinha com mapas da Itália.
– De Florença para Veneza e de Veneza para Milão, viajar de trem. Foi fácil comprar as passagens pelo site da Trenitalia.

Para aproveitar de verdade a Toscana, é indispensável visitar suas pequenas cidades medievais, mas sem perder as incríveis paisagens oferecidas por suas estradas. Por isso, a Toscana pede um carro. Nós alugaríamos o carro na estação de trem de Roma. Entretanto, (acreditem!) não havia carros disponíveis. Aliás, ofereceram um Smart, que infelizmente não comportaria nem uma de nossas malas. Nesse momento decidimos ir de trem a Orvieto e lá tentar alugar um carro.

Chegamos na cidadezinha às 13 horas de sábado. Era tão pequena que até o balcão de informações estava fechado. Na parede da estação, um cartaz com os nomes e telefones de três taxistas, que também não estavam no ponto. Por sorte, andando pela cidade meu marido encontrou uma funcionária da Hertz que “fazia horas extras” para entregar carros reservados. Conseguimos um Fiesta! Pagamos aproximadamente €70 pela diária, incluindo seguro, mais €40 para devolver em Florença. Importante: nem todas as locadoras aceitam que a devolução seja feita em outra cidade.

Achei bom abrir um parêntese aqui para contar um probleminha que um grupo de brasileiras enfrentou. Elas tinham reservado e pago previamente um carro da Avis pela agência de viagens, que disse que poderiam retirar o veículo até as 16 horas. Quando chegaram lá, a loja estava fechada. Felizmente, a atendente da Hertz conhecia a da Avis e acertaram um reembolso do valor. Mesmo assim, saíram no prejuízo, pois o preço da Hertz era mais alto.

Devolvemos o carro em Florença, numa loja no centro. O GPS ajudou bastante nessa hora.

As viagens de trem foram ótimas. Ficamos na 1ª classe e pudemos perceber que é bem mais confortável que a 2ª classe, que pegamos de Roma para Orvieto. Isso faz diferença quando você vai passar algumas horas viajando.

Dentro das cidades, foi fundamental ficarmos hospedados próximo aos centros históricos. Além de reduzir os gastos com transporte, andar pela Itália é sempre agradável. E assim a gente descobriu tanta coisa interessante. Algumas mais surpreendentes que os pontos turísticos.

Em Roma, nada de carro! Pegamos um metrô para ir ao Vaticano e depois percebemos que dava para fazer tudo a pé. Em todas as outras cidades, só precisamos de transporte para chegar e sair do hotel. Em Veneza, pegamos um barco; nas outras, táxi.

Aguardem mais detalhes nos posts sobre as cidades!

Itália - planejando II

Itália: comer, comer, andar e amar!

11 Jun

Sempre tive vontade de conhecer a Itália. E tinha certeza que passar rapidamente por Roma naquele esquema “pinga-pinga” pela Europa não iria me satisfazer. Por isso, planejamos com antecedência e cuidado uma viagem inteiramente dedicada ao país. Valeu a pena e foi melhor do que eu esperava.

Nesses 15 dias cheios de surpresas, descobri, entre outras coisas, que o italiano é o brasileiro da Europa. A descontração, o bom humor  e uma certa flexibilidade às regras – muito longe da nossa completa desordem, claro – , me lembraram do nosso Brasil. No geral, não foram grosseiros – como já ouvi algumas pessoas comentarem. Acho que eles são diretos e práticos, como a maioria dos gringos de primeiro mundo. Nós é que devemos ser bem melosos e prolixos para eles!

Outra conclusão que tirei da terra do macarrão foi que eles sabem muito de cozinha. Entendi exatamente porque eles nos acham exagerados neste quesito. Diferentemente de nós, o italiano usa pouco tempero para fazer uma comida maravilhosa. Não foram poucas as vezes em que me peguei catando pedacinhos de tomate numa bruschetta!

Comi muito, andei demais e simplesmente amei a Itália! Tudo de interessante que vi e experimentei vou contar aqui para vocês em alguns posts. Até breve!

Estreando: Ajaiô!

10 Jun

Olá, pessoal! Estou meio sumida por aqui, mas é por um bom motivo. Estou lançando uma marca de camisetas para baianos e simpatizantes: a Ajaiô.

Com modelos femininos e masculinos, a Ajaiô é para quem gosta de moda descontraída e divertida, de qualidade.

Camisetas Ajaiô

Camisetas Ajaiô

Para conhecer melhor, visite nosso site, acesse nossa fanpage ou nos siga no instagram (@ajaiocamisetas).

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